Herança https://revistas.ponteditora.org/index.php/heranca <p>Revista de História, Património e Cultura</p> Ponteditora pt-PT Herança 2184-3090 Revista Herança https://revistas.ponteditora.org/index.php/heranca/article/view/143 <p>Revista completa.</p> Ponte editora ##submission.copyrightStatement## 2019-05-08 2019-05-08 1 2 1 92 10.29073/heranca.v1i2.143 Editorial https://revistas.ponteditora.org/index.php/heranca/article/view/144 <p>Editorial</p> Isabel Lousada ##submission.copyrightStatement## 2019-05-08 2019-05-08 1 2 7 8 10.29073/heranca.v1i2.144 Memorabilia cinematográfica: as materialidades do cinema como reflexo de cinefilias https://revistas.ponteditora.org/index.php/heranca/article/view/121 <p>O cinema, uma das expressões artísticas mais populares e influentes do século XX, era, durante esses anos, objeto de fascinação. A tentativa de preservar a experiência cinematográfica e de a estender para lá do ecrã foi desde cedo um ensejo de muitos cinéfilos, e o <em>star system </em>tirou partido dessa necessidade mítica e afetiva para criar produtos materiais que recordassem ou substituíssem o que se vira na sala de cinema.</p> <p>O presente artigo reflete sobre <em>memorabilia </em>cinematográfica como revistas, programas de sessões, fotografias (distribuídas nos mais variados formatos, desde cartonados, cromos, postais), publicidade fílmica (cartazes, cartonados, <em>standees</em>) e outros objetos perecíveis a que as imagens do cinema foram associadas para instigar o consumo e coleção por parte dos cinéfilos. Pretende-se, ainda, chamar à atenção para o cariz patrimonial destes objetos. Outrossim, propuseram-se categorias para organizar esta <em>memorabilia </em>e tentou-se compreender de que forma se espelham nestes itens duas cinefilias distintas: uma popular e outra mais intelectualizada.</p> Joana Isabel Duarte ##submission.copyrightStatement## 2019-05-08 2019-05-08 1 2 9 27 10.29073/heranca.v1i2.121 Um par de cantoneiras pelo ebanista Jean-Henri Riesener https://revistas.ponteditora.org/index.php/heranca/article/view/133 <p>Neste artigo pretendemos estudar o trabalho do marceneiro Jean-Henri Riesener.</p> <p>Analisaremos a relação entre a arte e o poder, através de três contextos distintos. A obra de arte de Jean-Henri Riesener como expressão do poder social das classes nobres do século XVIII; como estatuto dos colecionadores, ebanistas e marceneiros do século XIX e, por fim, como artigo no mercado de arte dos nossos dias onde falaremos de um par de cantoneiras que foi licitado na Cabral Moncada Leilões.</p> Tiago Rodrigues ##submission.copyrightStatement## 2019-04-13 2019-04-13 1 2 28 39 10.29073/heranca.v1i2.133 Património Mundial https://revistas.ponteditora.org/index.php/heranca/article/view/136 <p>O presente artigo integra a investigação realizada no âmbito da tese de mestrado, <em>Memória no Olhar: A reabilitação do Centro Histórico de Vila Nova de Gaia</em> e propõe uma reflexão sobre a intenção manifestada por parte da autarquia, de elevar as caves de vinho do porto a Património da Humanidade. A pertinência dos motivos que levaram a olhar os armazéns de vinho do porto, do ponto de vista de um potencial valor excepcional foi fundamentado por nós, a partir da análise de quatro <em>case studies</em> (Centro Histórico do Porto, o Alto Douro Vinhateiro, o Centro Histórico de Guimarães e o Centro Histórico de Braga), que de uma forma muito particular e atendendo às características morfológicas de cada um, exemplificam por um lado, as experiências realizadas no sentido da atribuição de qualidade aos centros históricos e por outro lado cria a ligação entre a produção vitivinícola no Douro e o Armazenamento de vinho no Centro Histórico de Vila Nova de Gaia.</p> <p>Palavras-chave: Património&nbsp;Mundial, Centro Histórico, vinho do porto, armazéns, Gaia</p> Evelyne Béatrice Phibel ##submission.copyrightStatement## 2019-04-13 2019-04-13 1 2 40 66 10.29073/heranca.v1i2.136 “Casas de sonhos” dos emigrantes portugueses e o desenvolvimento do turismo cultural https://revistas.ponteditora.org/index.php/heranca/article/view/130 <p>Este artigo pretende demonstrar, através da análise de um conjunto de estudos de caso selecionados e um estudo empírico realizado com 5157 inquiridos, que os emigrantes portugueses da década de 60 têm uma identidade cultural que é refletida na (auto)construção de “casas de sonhos” no seu local de origem (ou áreas rurais). Estas residências, fundadas em biografias, são frequentemente designadas na literatura de “casas de sonho” dos emigrantes portugueses pelo seu significado simbólico relacionado com o desejo de pertença ao local de origem e afirmação da melhoria da condição económico-social. Muitas destas “casas de sonho”, constituem um importante património cultural que pode vir a ser ativado, preservado e explorado para o desenvolvimento do turismo cultural nas áreas rurais em Portugal.</p> <p>&nbsp;</p> <p>Palavras-chave: Emigrantes Portugueses; Património Cultural; Turismo Cultural.</p> <p>&nbsp;</p> Rossana Andreia Santos ##submission.copyrightStatement## 2019-04-13 2019-04-13 1 2 67 93 10.29073/heranca.v1i2.130