FOCO E ESCOPO

 

Dada a abrangência e a actualidade dos temas, o escopo desta revista tem de ser necessariamente alargado. Todos os trabalhos que aumentem o nosso conhecimento do Ambiente (ar, solo, água, enfim qualquer meio com vida, nomeadamente os meios onde se desenrola a vida humana), da Ecologia (o estudo da "casa", do nosso ambiente, dos seres que o habitam e das suas interacções), e da Sustentabilidade (satisfação duradoura das "necessidades" dos seres vivos e dos meios que habitam para persistirem em equilíbrio) são parte dos interesses desta revista, e portanto elegíveis para publicação. Igualmente, todos os trabalhos que, de algum modo, possam conduzir, directa ou indirectamente, à harmonização da relação entre os seres e o meio, optimizando a sua sustentabilidade, poderão ter um lugar aqui.

Serão, portanto, exemplo de temas aqui publicáveis os seguintes: alterações climatológicas; biomassa; ciclos biogeoquímicos; conservação e preservação ambiental; dinâmica de comunidades; ecotoxicologia; eutrofização; reciclagem; remediação; modelação ambiental; poluentes e poluição; sucessão ecológica; entre vários outros temas possíveis, e com estes relacionados.

Todos os trabalhos científicos de investigação que compreendam alguma novidade nestas áreas, e áreas afins, serão considerados para publicação, incluindo trabalhos de monitorização. Serão igualmente aceites artigos de revisão, e trabalhos de popularização de ciência e tecnologia, desde que com uma base e espírito científico-tecnológicos. As parcerias entre os mundos científico-tecnológico e empresarial serão valorizadas, assim como a multidisciplinaridade.

Os trabalhos serão, preferencialmente, redigidos em Português, condição esta naturalmente extensível ao mundo lusófono.

O foco da revista será, contudo, e simplesmente, a aproximação das áreas do Ambiente, Ecologia e Sustentabilidade aos diferentes actores: investigadores, técnicos, decisores e demais membros da comunidade. Serão, assim, altamente valorizados os artigos de elevada qualidade científico-tecnológica, dentro dos temas possíveis, e correspondentes a trabalhos que visem um fim prático das suas conclusões, nomeadamente com ligação ao mundo empresarial ou industrial, capaz de levar as conclusões apresentadas ao domínio do exequível e concreto. A investigação científica pura não poderá ser descurada, obviamente, mas será valorizada aquela que servir de suporte a medidas concretas futuras. 

É importante reflectir, questionar e ter respostas que levem a novas questões mas é, actualmente, urgente intervir e passar das palavras aos actos, nem que seja apenas por uma questão de sobrevivência futura da nossa própria espécie; esta revista será mais um contributo para esta necessidade de acção e mudança, fortemente espelhada na famosa expressão "pensar global, agir local".

 

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ÉTICA E VALORES MORAIS

Valores éticos e morais que norteiam a RAES – Revista de Ambiente, Ecologia e Sustentabilidade

A credibilidade e o sucesso de um periódico científico depende, em muito, do sistema de avaliação prévia, contribuindo decisivamente para a captação de bons autores e uma melhor qualidade do conhecimento a disseminar. No caso da RAES, o procedimento de avaliação é assegurado pelo processo designado por arbitragem científica ou por revisão pelos pares. De forma a garantir a transparência deste processo e gerar uma relação de confiança entre os editores e os autores, a RAES adota os seguintes princípios éticos e morais:

1. Justiça no tratamento e apreciação dos manuscritos

Exige-se aos revisores uma apreciação minuciosa de todos os manuscritos e livre de qualquer preconceito. O relatório deve evidenciar os aspetos que fundamentam a decisão, devendo no caso de parecer desfavorável à publicação do manuscrito, rejeição, realçar as debilidades do texto e sugerir formas de colmata-las em submissões futuras. É permitido ao(s) autor(es) recorrer(em) de um parecer desfavorável à publicação para o editor-chefe ou para o diretor, apresentando os argumentos. Para garantir a equidade e justiça, estão previstas auditorias internas aos relatórios dos revisores, independentemente da existência, ou não, de recursos. Neste âmbito, podem ser solicitados esclarecimentos adicionais aos revisores, mesmo em decisões favoráveis.

2. Liberdade de apreciação do conteúdo dos manuscritos

A RAES tem um compromisso exclusivo com conhecimento, sendo independente da política e da economia. O estatuto editorial define apenas o escopo e campo de atuação da revista, mas a RAES é uma publicação descomprometida e aberta a inovar relativamente a paradigmas científicos instituídos.

3. Competência e adequação dos revisores

Os revisores são escolhidos em função da formação académica, experiência e competência profissional, que demonstrem, no seu conjunto, aptidões para reverem os manuscritos submetidos. Não obstante uma seleção prévia dos revisores, estes podem sempre declinar o convite à avaliação do manuscrito, caso se sintam, por alguma razão, inabilitados a reverem o texto. 

4. Identificação dos revisores como factor de transparência no processo de revisão

Os autores podem, se assim entenderem, saber quem foram os revisores do seu trabalho. Na sequência, podem aferir a competência dos revisores e, uma eventual, existência de conflitos de interesse suscetíveis de condicionar a avaliação.

5. Revisão dentro dos prazos previamente estabelecidos

A RAES procura cumprir escrupulosamente os prazos de publicação. Nesse sentido, procura obter dos seus revisores um compromisso com o cumprimento dos prazos de revisão. Anualmente, a RAES analisa os prazos médios de revisão e, de futuro, pretende divulgar no próprio artigo o tempo de avaliação.

6. Emissão de pareceres construtivos

Na Revista de Ambiente, Ecologia e Sustentabilidade adotamos uma política de crítica construtiva. Os revisores devem fornecer aos editores elementos para a decisão de aceitação ou rejeição dos manuscritos, deixando a decisão aos editores. As revisões devem contribuir para o aumento da qualidade das publicações, auxiliando a diferenciar qualitativamente a RAES.

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PROCESSO DE AVALIAÇÃO POR PARES

Processo de avaliação

O objetivo da avaliação é ajudar os autores a melhorar a qualidade de seus trabalhos, fornecendo avaliações construtivas e em tempo razoável, preparadas por académicos experientes. A RAES considera o processo de avaliação como uma etapa fundamental para o aperfeiçoamento dos artigos. Por esse motivo, os avaliadores da RAES são incentivados a apresentar, além do parecer quanto à publicação, sugestões de melhoria quanto ao conteúdo e à forma do texto.

O processo de avaliação de artigos submetidos à RAES consta de duas etapas. A primeira, uma avaliação preliminar do Editor e Editores Adjuntos, examina a adequação do trabalho à linha editorial do periódico e fazem a avaliação preliminar (Desk Review). A segunda, a avaliação propriamente dita, consiste no sistema de avaliação cega por pares (double blind review), a ser realizada por dois consultores ad hoc.

A avaliação considera, primordialmente, a qualidade científica do texto, com foco nos seguintes aspetos:

  • Atualidade do tema;
  • Originalidade do trabalho;
  • Relevância e consistência teórica do texto para o desenvolvimento da área de conhecimento;
  • Qualidade do referencial teórico utilizado;
  • Qualidade de redação e organização do texto;
  • Contribuição do trabalho para o conhecimento administrativo e/ou para ação administrativa em organizações;
  • Metodologia utilizada: propriedade, qualidade, nível de sofisticação;
  • Qualidade da análise e discussão dos dados (se for o caso);
  • Conclusões: consecução, fundamento e coerência.

O resultado da avaliação será encaminhado ao primeiro autor do trabalho, por email. Estima-se um prazo total de noventa dias, a partir da data de aceitação na avaliação preliminar (Desk Review) até o primeiro parecer sobre o artigo; Depois de aprovado, o artigo passa por revisão ortográfica e gramatical, antes de sua publicação na Revista de Ambiente, Ecologia e Sustentabilidade.

 

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ESTATUTO EDITORIAL

 

I – A RAES – Revista de Ambiente, Ecologia e Sustentabilidade, conhecida também pela forma abreviada de RAES, é uma publicação periódica. Propriedade da Editora: Ponteditora.

II – A RAES pretende disseminar o conhecimento atual e perspetivar a forma como as atividades humanas impactam o ambiente do ecossistema terrestre, promovendo soluções para minimizar o risco ambiental.

III – A linha editorial da RAES centra-se na área do Ambiente, Ecologia e Sustentabilidade, explorando o equilíbrio entre as três áreas.

IV – A RAES tem por missão fomentar a ciência como de forma a estimular a investigação e a elaboração de estudos nos países da CPLP e da Diáspora de língua portuguesa.

V – A RAES é editada semestralmente, em papel, em Portugal e, quando se justificar, na CPLP, sendo disseminada no resto do mundo através da Internet.

VI – A RAES terá, aproximadamente, 80 a 100 páginas de formato A4 e uma tiragem em papel inferior a 1000 exemplares.

VII – A RAES destina-se a professores, investigadores e académicos, nacionais ou estrangeiros.

VIII – A RAES apresenta um corpo editorial técnico e científico, aberto a académicos, investigadores e profissionais oriundos de diversas organizações e empresas relacionadas com a investigação ambiental.

IX – A RAES publica artigos académicos e científicos, originais e de revisão.

X – A RAES publica em português, podendo excecionalmente apresentar artigos noutra língua, desde que se trate de uma língua reconhecida internacionalmente no meio académico e profissional, como por exemplo em inglês.

XI – A RAES pretende promover o intercâmbio de ideias, experiências e projetos entre os autores e editores, contribuindo para a reflexão científica do ecossistema terrestre para a sua ligação com a sociedade.

XII - A RAES assume o compromisso de assegurar o respeito pelos princípios deontológicos e pela ética profissional dos jornalistas, assim como pela boa-fé dos leitores, nos termos nº 1 do artigo 17º da Lei de Imprensa.