Ferocious love, stealthy crown: Inês de Castro in the Camonian epic

Main Article Content

Leandro de Sousa Almeida
https://orcid.org/0000-0001-5039-523X
Valéria Andrade

Abstract

In the year in which Luís Vaz de Camões' 500th birthday is celebrated, we visit the poem Os Lusíadas in order to read and tell once again and until the end of the world the story that “happened to the wretched and petty woman / who after her death was Queen”, enshrined in Canto III as Linda Inês. If in his work Camões converged with the attempts of the modern period in elevating the names of national heroes in order to bring Portugal to light as a shining country in Europe, then D. Inês de Castro has a prominent place in his work, not only because he is the reason for the love and longing for D. Pedro, but because he is the most emblematic figure in the construction of a Portuguese national identity.

Downloads

Download data is not yet available.

Article Details

How to Cite
de Sousa Almeida, L., & Andrade, V. (2025). Ferocious love, stealthy crown: Inês de Castro in the Camonian epic. Lusophone Journal of Cultural and Communication Studies (NAUS), 8(2), 16–26. https://doi.org/10.29073/naus.v8i2.1008
Section
Article

References

Aguiar, J. (1999). Inês de Portugal (5.ª ed.). Asa. (Coleção Pequenos Prazeres)

Almeida, L. de S. (2021). Inês & nós: Uma aplicação do Método LerAtos na formação de Professores Leiautores pela mediação do mito de Inês de Castro [Dissertação de mestrado, Universidade Estadual da Paraíba]. Universidade Estadual da Paraíba Repository. http://tede.bc.uepb.edu.br/jspui/handle/tede/3749

Andrade, V. (2021). Inês & nós: Ler e dizer o amor de Pedro e Inês no século XXI em salas de aula de Portugal e do Brasil [Relatório final de pesquisa de pós-doutoramento]. Universidade do Porto, Faculdade de Letras. https://bit.ly/3tCYiZW

Andrade, V. (2025). Inês de Castro, do francês para o português: A Rainha Morta (2025), de Henry de Montherlant. In H. de Montherlant, A Rainha Morta (L. de C. A. Ribeiro, Trans.; Preface by V. Andrade). [In press].

Camões, L. de. (2001). Inês de Castro e o Velho do Restelo (S. Beletti & F. Barbosa, Eds.). Landy.

Camões, L. de. (2002). Os Lusíadas (C. F. Moisés, Ed., 10.ª ed.). Ática. (Série bom livro — Poesia)

Cidade, H. (1936). Camões: O Lírico. Lisboa: Sá da Costa / Presença — edições diversas.

Faria, R. L. (2001). A trança de Inês. Asa.

Ferreira, S. da V. (2006). Inês de Castro: A estalagem dos assombros. Presença.

Gil, A. P. (1975). Os grandes julgamentos da história: O processo de D. Inês de Castro. Otto Pierre.

Gouveia, M. J. F. (2016). Lisboa: Inês. Top Seller.

Hierro, M. P. Q. del. (2005). Inês de Castro (S. Barata, Trans.; 6.ª ed.). Presença.

Osakabe, H. (1998). A pátria de Inês de Castro. In C. A. Iannone, M. V. Z. Gobi, & R. S. Junqueira (Eds.), Sobre as naus da iniciação: Estudos portugueses de literatura e história (pp. 105–117). Fundação Editora da UNESP.

Saraiva, A. J. (1946). Para a História da Cultura em Portugal. Lisboa: Gradiva.

Sena, J. de. (1980). Trinta Anos de Camões. Lisboa: Edições 70. (Série de ensaios escritos entre 1940 e 1978.)

Sombra, F. (2011). A história de Inês de Castro ou dama lourinha que, depois de morta, virou rainha (Ilus. de F. Sombra). Escrita Fina.

Toledo, M. E. M. de. (2008). Razões de Estado x razões de amor na tragédia Castro, de Antônio Ferreira. In A. P. T. Megiani & J. P. de Sampaio (Eds.), Inês de Castro: A época e a memória (pp. 117–138). Alameda.