A RELAÇÃO ENTRE A ATIVIDADE FÍSICA E A QUALIDADE DE VIDA: REVISÃO DE ESTADO DA ARTE

##plugins.themes.bootstrap3.article.main##

Válter Freitas
https://orcid.org/0009-0000-7696-1316
Élvio Rúbio Gouveia
https://orcid.org/0000-0003-0927-692X
Bruna Gouveia
https://orcid.org/0000-0001-7706-190X

Resumo

O incumprimento das recomendações gerais para atividade física acarreta um grande impacto na qualidade de vida. Os Enfermeiros Especialistas em Enfermagem de Reabilitação, estão sujeitos às vulnerabilidades dos clientes, carga emocional e física, e podem ser, mais facilmente, influenciados pelas frustrações e desejos face à sua condição de saúde.


Este artigo teve como objetivos descrever as relações entre o nível de atividade física e qualidade de vida entre os grupos etários e profissionais, tido que do nosso conhecimento não existem estudos que explorem a relação entre estas variáveis neste grupo de profissionais.


Foi realizada uma revisão de literatura através de uma pesquisa bibliográfica nas bases de dados eletrónicas EBSCO HOST, PubMed, e SciELO, que contemplavam a relação entre as varáveis em estudo, no período de pesquisa, compreendido entre 1 de abril e 26 de julho de 2019. Foram identificados e incluídos 16 artigos na análise qualitativa.


Nos estudos analisados, os fisicamente ativos estavam associados a níveis superiores de qualidade de vida.

Downloads

Não há dados estatísticos.

##plugins.themes.bootstrap3.article.details##

Como Citar
Freitas, V., Gouveia, Élvio ., & Gouveia, B. (2023). A RELAÇÃO ENTRE A ATIVIDADE FÍSICA E A QUALIDADE DE VIDA: REVISÃO DE ESTADO DA ARTE. Jornal De Investigação Médica (JIM), 4(1), 05–25. https://doi.org/10.29073/jim.v4i1.728
Secção
Artigo
Biografias Autor

Válter Freitas, Escola Superior de Enfermagem de São José de Cluny

.

Élvio Rúbio Gouveia, Universidade da Madeira

Élvio Rúbio Gouveia (ERG) é Vice-Presidente do Instituto de Tecnologias Interativas do Laboratório de Robótica e Sistemas de Engenharia, e Coordenador Científico do Departamento de Educação Física e Desporto da Universidade da Madeira, onde é Professor Auxiliar. ERG colabora ainda com o Centro de Estudos Interdisciplinares de Gerontologia e Vulnerabilidade (CIGEV), Universidade de Genebra, Suíça. Nos últimos cinco anos orientou 2 teses de doutoramento com sucesso e atualmente co-orienta 6 teses de doutoramento. Orientou ou co-orientou ainda mais de 40 teses de mestrado na Universidade da Madeira e na Escola Superior de Enfermagem São José de Cluny. ERG é doutorado em Ciências do Desporto, Licenciado e Mestre em Educação Física e Desporto, todos pela Universidade da Madeira (2011, 2007, 2003).
ERG participou últimos cinco anos como investigador principal em 3 projetos financiados e 5 como membro da equipa de investigação, tendo selecionado mais de 30 candidatos para atribuição de bolsas de investigação. ERG tem trabalhado no desenvolvimento e avaliação de estratégias para promover a atividade física, a aptidão e a qualidade de vida em crianças, adultos e adultos-idosos. Com foco principal na promoção do envelhecimento saudável, a sua investigação assenta em abordagens multidisciplinares centradas em várias dimensões que afetam o status de saúde da comunidade. Recentemente, tem desenvolvido investigação na área da Otimização do Rendimento Desportivo e Tecnologias Aplicadas, concretamente em 3 áreas: Monitorização da resposta fisiológica ao treino e à competição; (2) Desenvolvimento de soluções tecnológicas na área da reabilitação física e cognitiva; e (3) Pedagogia do exercício de treino com foco nos Jogos Reduzidos.

Bruna Gouveia, Escola Superior de Enfermagem São José de Cluny

Bruna Raquel Figueira Ornelas de Gouveia. Concluiu o(a) Doutoramento em Doutoramento em Ciências de Enfermagem em 2014/11/24 pelo(a) Universidade do Porto Instituto de Ciências Biomédicas Abel Salazar, Doutoramento em Ciências de Enfermagem em 2011 pelo(a) Universidade do Porto Instituto de Ciências Biomédicas Abel Salazar, Mestrado em Mestrado em Filosofia, Especialização em Bioética em 2009 pelo(a) Universidade Catolica Portuguesa Faculdade de Filosofia e Ciencias Sociais e Licenciatura em Enfermagem em 2005 pelo(a) Universidade da Madeira. É Professor Adjunto no(a) Escola Superior de Enfermagem de São José de Cluny, Coordenador de Curso (CPLEER e MER) no(a) Escola Superior de Enfermagem de São José de Cluny, Coordenador do Gabinete de Investigação no(a) Escola Superior de Enfermagem de São José de Cluny, Investigador no(a) Laboratório de Robótica e Sistemas de Engenharia e Subdirector de Unidade Orgânica no(a) Direção Regional da Saúde - Governo Regional da Madeira. Publicou 42 artigos em revistas especializadas. Possui 7 capítulo(s) de livros. Orientou 9 dissertação(ões) de mestrado e coorientou 4. Recebeu 2 prémio(s) e/ou homenagens. Participa e/ou participou como Desenvolvimento técnico em 4 projeto(s), Investigador em 9 projeto(s) e Investigador responsável em 3 projeto(s). Atua na(s) área(s) de Ciências Sociais com ênfase em Outras Ciências Sociais. Nas suas atividades profissionais interagiu com 198 colaborador(es) em coautorias de trabalhos científicos. No seu currículo Ciência Vitae os termos mais frequentes na contextualização da produção científica, tecnológica e artístico-cultural são: Osteopenia; Fall risk; politica de saúde; Osteoporosis; Funtional Consequences Theory; Community-dwelling; Antidepressivos; Balance; Older Adults; depressão; Idosos; Strength; Performance humana; Prehabilitation; Envelhecimento; Gerontological Rehabilitation; Health-related quality of life; Older adults; Sex differences; Madeira (Portugal); .; Faculdade de Ciências Sociais; Cognitive function; Socioeconomic status; Adultos-idosos; Função cognitiva; Estatuto socioeconômico; Amazonas (Brasil); Health; Quality of life; Functional fitness; Lifestyle; Old age; Physical activity; Aged; Brazil; Female; Frail Elderly; Geriatric Assessment; Humans; Independent Living; Leisure Activities; Male; Middle Aged; Neuropsychological Tests; Cognitive Reserve; Educational Status; Hand Strength; Occupations; Aging; Body composition; Bone mineral density; Jogos desportivos de invasão; Jogos desportivos coletivos; Tática; Ensino básico; Assessment of cognitive functioning; Interindividual differences; Cognition; Cognitive reserve; Functional fitness status; Alcohol Drinking; Cholesterol, HDL; Smoking; Social Class; Waist Circumference; Exercise; High-density lipoprotein cholesterol level; Cognitive functioning; Education; Cognitive level of job; Cognitive leisure activity; Life course; Brasil; Physical well-being; Psychological well-being; Activity engagement; Health constraints; Successful aging; Aptidão física; Educação física; Estudantes do ensino básico e secundário; Perfil de saúde; Students¿ attitude; Physical education; Fitness; Self-concept; Lean soft tissue; Sarcopenia; Outras ciências médicas; Other medical sciences; Ciências médicas e da saúde::Outras ciências médicas; Medical and Health sciences::Other medical sciences; Hypertension; Escola Superior de Saúde; Enfermagem de Reabilitação; Reabilitação; Treino; Desenvolvimento humano; Cognição; Exposição a Químicos; Biomonitorização Humana; INSEF-ExpoQuim; HBM4EU; Determinantes da Saúde e da Doença; Saúde Pública; Portugal; Healthy Aging; Mental Status and Dementia Tests; Cognitive Telephone Screening Instrument; Natural disasters; Peritraumatic experiences; Post-traumatic stress disorder; Educação desportiva; Ensino; Invasion games; Observation tool; Heart defects; Congenital; Comorbidity; Children; Adolescents; Exercise/ physical activity; Knowledge; Physical conditioning; Bisphenols; Hu

Referências

Acree, L. S., Longfors, J., Fjeldstad, A. S., Fjeldstad, C., Schank, B., Nickel, K. J., Montgomery, P. S., & Gardner, A. W. (2006). Physical activity is related to quality of life in older adults. Health and Quality of life outcomes, 4(37), 1–6. https://www.doi.org/10.1186/1477-7525-4-37

Barbosa, A., Teixeira, T., Orlandi, B., Oliveira, N., & Concone, M. (2015). Nível de atividade física e qualidade de vida: um estudo comparativo entre idosos dos espaços rural e urbano. Revista Brasileira Geriatria e Gerontologia, 18(4), 743–754. https://www.doi.org/10.1590/1809-9823.2015.14182

Blake, H., Mo, P., Malik, S., & Thomas, S. (2009). How effective are physical activity interventions for alleviating depressive symptoms in older people? A systematic review. Clinical Rehabilitation, 23(10), 873–887. Doi: 10.1177/0269215509337449

Caspersen, C. J., Powell, K. E., & Christenson, G. M. (1985). Physical activity, exercise, and physical fitness: Definitions and distinctions for health-related research. Public Health Reports, 100(2), 126–131. http://www.pubmedcentral.nih.gov/articlerender.fcgi?artid=1424733&tool=pmcentrez&rendertype=abstract

Ding, D., Kenny, L., Tracy, A., Eric, F., Peter, K., Willem, M., & Michael, P. (2016). The economic burden of physical inactivity: a global analysis of major non-communicable diseases. The Lancet, 388(10051), 1311–1324. Doi: 10.1016/S0140-6736(16)30383-X

Ferreira, C., & Anes, E., (2016). Qualidade de vida dos enfermeiros. Millenium, 2(1), 327–336. Retrieved from https://bibliotecadigital.ipb.pt/bitstream/10198/16645/1/3%20-%20Artigo%20rev.%20-%20Qualidade%20de%20vida%20dos%20enfermeiros%20Millenium%202016.pdf

Freire, C. B., Dias, R. F., Schwingel, P. A., De França, E. E. T., De Andrade, F. M., Costa, E. C., & Correia Junior, M. A. de V. (2015). Qualidade de vida e atividade física em profissionais de terapia intensiva do submédio São Francisco. Revista Brasileira de Enfermagem REBEn, 68(1), 26–31. https://www.doi.org/10.1590/0034-7167.2015680104p

Haskell, W., Lee, I., Pate, R., Powell, K., Blair, S., Franklin, B., . . . Bauman, A. (2007). Physical activity and public health: Updated recommendation for adults from the American College of Sports Medicine and the American Heart Association. Medicine & Science in Sports & Exercices, 39(8), 1423–1434. Retrieved from https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/17762377

Ho, M. H. (2020). Effects of dietary and physical activity interventions on generic and cancer-specific health-related quality of life, anxiety, and depression in colorectal cancer survivors: a randomized controlled trial. Journal of Cancer Survivorship, 18. Doi: 10.1007/s11764-020-00864-0

Krzepota, J., Sadowska, D., & Biernat, E. (2018). Relationships between physical activity and quality of life in pregnant women in the second and third trimester. International Journal of Environmental research and public health, 15(12), E2745. https://www.doi.org/10.3390/ijerph15122745

Lawton, B. A., Rose, S. B., Raina, E. C. R., Dowell, A. C., Fenton, A., & Moyes, S. A. (2009). Exercise on prescription for women aged 40–74 recruited through primary care: two year randomised controlled trial. BMJ, 1–7. https://www.bmj.com/content/bmj/337/bmj.a2509.full.pdf

Li, J., Connor, H., Dwyer, N., & Orr, R. (2016). The effect of acute and chronic exercise on cognitive function and academic performance in adolescents: A systematic review. Journal of Science and Medicine in Sport, 20(9), 841–848. Doi: 10.1016/j.jsams.2016.11.025

Makar,O., & Siabrenko G. (2018). Influence of physical activity on cardiovascular system and prevention of cardiovascular diseades (Review). Georgian Medical News, (285), 69–74. Retrieved from http://web.b.ebscohost.com/ehost/pdfviewer/pdfviewer?vid=15&sid=d5f6addd-2c46-49e6-9a6b-ac9de0400f99%40pdc-v-sessmgr01

Mummery, K., Schofi eld, G., & Caperchione, C. (2004). Physical activity dose-response effects on mental health status in older adults. Australian and New Zealand Journal of Public Health, 28(2), 188–192. https://onlinelibrary.wiley.com/doi/epdf/10.1111/j.1467-842X.2004.tb00934.x

Neto, A., Araújo, R., Pitangui, A., Menezes, L., França, E., Costa, E., Andrade, F., & Junior, M. (2013). Qualidade de vida e nível de atividade física de profissionais de saúde de unidades de terapia intensiva. Revista Brasileira de atividade física e de saúde, 18(6), 711–719. https://doi.org/10.12820/rbafs.v.18n6p711

Netto, R., Silva, C., Costa, D. & Raposo, D. (2012). Nível de atividade física e qualidade de vida de estudantes universitários da área de saúde. Revista Brasileira de Ciências da Saúde, 10(34), 47–55. https://seer.uscs.edu.br/index.php/revista_ciencias_saude/article/view/1802

Direção-Geral da Saúde. (2015). Plano nacional de saúde revisão e extensão a 2020. http://pns.dgs.pt/files/2015/06/Plano-Nacional-de-Saude-Revisao-e-Extensao-a-2020.pdf.pdf

Direção-Geral da Saúde. (2018). Programa nacional de saúde ocupacional extensão 2018–2020. https://www.dgs.pt/saude-ocupacional/documentos-so/pnsoc_extensao-pdf.aspx?fbclid=IwAR1jpqPgRTa_hzDYGvDTjow2qL_nXcuu-BPBM-0XLUGp9uoaaScgfTPHPyM

Pucci, G., Fermino, R., & Reis, R. (2012). Associação entre atividade física e qualidade de vida em adultos. Revista de Saúde Pública, 46(1), 166–179. Doi: 10.1590/S0034-89102012000100021

Puciato, D., Rozpara, M., & Borysiuk, Z. (2018). Physical activity as a determinant of quality of life in working-age people in wrocław, Poland. International journal of environmental research and public health, 15(4), 623. https://doi.org/10.3390/ijerph15040623

Santos, C., Martins, T., Ferreira, T. R. (2009). Saúde e qualidade de vida: Contributos teóricos. In Escola Superior de Enfermagem do Porto (Ed.). Saúde e qualidade de vida: Estado da arte (pp.12–38). Porto: Escola Superior de Enfermagem do Porto.

Santos, F., Vale, J., Ferreira, J., Raimundo, A., & Moreira, H. (2010). Livro verde da atividade física. Lisboa: Instituto do Desporto de Portugal. Retrieved from https://www.researchgate.net/publication/282122342_Livro_Verde_da_Atividade_Fisica

Shibata, A., Oka, K., Nakamura, Y., & Muraoka, I. (2007). Recommended level of physical activity and health-related quality of life among Japanese adults. BioMed Central, 5(64). https://doi.org/10.1186/1477-7525-5-64

Silva, M., Batista, N., Goulart, A., Lanferdini, F., Marcon, M., & Dias, C. (2012). Relação entre os níveis de atividade física e qualidade de vida de idosos sedentários e fisicamente ativos. Revista Brasileira de Geriatria e Gerontologia, 15. https://doi.org/10.1590/S1809-98232012000400004

Silva, R. S., Silva, I., Silva, R. A., Souza, L., & Tomasi, E. (2010). Atividade física e qualidade de vida. Ciência & Saúde Coletiva, 15(1), 115–120. Retrieved from http://www.scielo.br/pdf/csc/v15n1/a17v15n1.pdf

Sluik, D., Buijsse, B., Muckelbauer, R., Kaaks, R., Teucher, B., Johnsen, N., Nothlings, U. (2012). Physical activity and mortality in individuals whith diabetes mellitus. a prospective study and meta-analysis. Archives of internal medicine, 172(17), 1285–1295. Doi: 10.1001/archinternmed.2012.3130

Toscano, J. J. O., & Oliveira, A. C. C. (2009). Qualidade de vida em idosos com distintos níveis de atividade física. Revista Brasileira de Medicina e Esporte, 15(3), 169–173. http://www.scielo.br/pdf/rbme/v15n3/a01v15n3.pdf

U.S. Department of Health and Human Services (2018). Physical activity guidelines for americans. Retrieved from https://www.cdc.gov/physicalactivity/basics/index.htm?CDC_AA_refVal=https%3A%2F%2Fwww.cdc.gov%2Fphysicalactivity%2Fbasics%2Fpa-health%2Findex.htm

Vagetti, G., Filho,V., Moreira, N., Oliveira, V., Mazzardo, O., & Campos,W. (2014). Association between physical activity and quality of life in the elderly: a systematic review, 2000–2012. Brazilian Journal of Psychiatry, 36(1), 76–88. Doi: :10.1590/1516-4446-2012-0895

Van den Berg, T. I. J., Alavinia, S. M., Bredt, F. J., Lindeboom, D., Elders, L. A. M., & Burdorf, A. (2008). The influence of psychosocial factors at work and life style on health and work ability among professional workers. International Achives of Occupatinal and Environmental Health, 81. https://doi.org/10.1007/s00420-007-0296-7

Vilar, F. J. R. & Salgadinho, I. (2009). Do conceito de qualidade de vida à qualidade de vida como conceito. Enfermagem em Foco, 2(57), 34–36.

World Health Organization. (1986). Ottawa charter for health promotion. http://www.euro.who.int/__data/assets/pdf_file/0004/129532/Ottawa_Charter.pdf?ua=1

World Health Organization Quality of Life Group. (1995). The World Health Organization Quality of Life Instruments: The WHOQoL-100 and the WHOQoL-BREF. https://www.who.int/mental_health/media/68.pdf

World Health Organization. (2018). Global action plan n physical activity 2018–2030: More active people for a healthier world. Retrieved from https://www.who.int/ncds/prevention/physical-activity/global-action-plan-2018-2030/en/

World Health Organization. (2020). Global strategy on diet, physical activity and health. https://www.who.int/dietphysicalactivity/pa/en/

Xiao, Y., Wang, H., Zhang, T. & Ren, X. (2019). Psychosocial predictors of physical activity and health- related quality of life among Shanghai working aduts. Health and quality of life outcomes, 17(1), 72. https://doi.org/10.1186/s12955-019-1145-6

Yasunaga, A., Togo, F., Watanabe, E., Park, H., Shephard, R. J., & Aoyagi, Y. (2006). Yearlong physical activity and health-related quality of life in older Japanese adults: the Nakanojo Study. Journal of Agingand Physical Activity, 14(3), 288–301. https://doi.org/10.1123/japa.14.3.288